Reforma Tributária: o que muda para as empresas e como se preparar desde já

A Reforma Tributária já é realidade no Brasil e promete transformar completamente o modo como pagamos impostos sobre o consumo. Embora as mudanças passem a valer integralmente só em 2033, os impactos começam bem antes — e as empresas precisam estar preparadas.

Atualmente, pagamos vários tributos diferentes, como ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins. Cada um tem regras próprias, o que torna o sistema complexo e cheio de riscos. A Reforma vem para simplificar isso, criando dois tributos principais: o IBS e a CBS, que vão incidir sobre operações com bens, direitos e serviços.

O processo de transição começa em 2026, com alíquotas testes, e será concluído em 2033, quando ICMS, ISS e IPI serão extintos. Até lá, haverá ajustes graduais nas alíquotas para evitar impactos bruscos na arrecadação e nos preços praticados no mercado.

Mas é importante saber: a base de incidência desses novos tributos não é ilimitada. A Constituição e a jurisprudência fixam limites claros sobre o que pode ou não ser tributado, exigindo análise cuidadosa para evitar riscos ou custos indevidos.

Por isso, o planejamento tributário se torna essencial. Empresas que se anteciparem à reforma terão melhores condições de ajustar preços, contratos e operações, evitando surpresas e aproveitando oportunidades legítimas de economia fiscal.

Se sua empresa ainda não começou a se planejar, este é o momento ideal para entender como a Reforma Tributária pode impactar o seu negócio.